Palácio Nacional da Ajuda

Oii genteee!!!! Tudo bem com vocês? Espero que sim.

Olha só por onde o bonitocleek andou... Hoje nós vamos falar do Palácio Nacional da Ajuda em Lisboa, Portugal. Pensa num lugar lindo e maravilhoso, que te remete ao passado de uma maneira que você não esquece. É tudo muito lindo. Confira as fotos abaixo e se encante.

CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=163397

 

A História
A primeira ideia sobre a construção de uma ponte que ligasse a cidade de Lisboa a Almada, situada na margem esquerda do Tejo, remonta ao ano de 1876. Naquela altura, o engenheiro Miguel Pais sugeriu que a sua construção fosse feita entre Lisboa e o Montijo.
 

O Palácio Nacional da Ajuda ou Paço de Nossa Senhora da Ajuda é um monumento nacional português, situado na freguesia da Ajuda, em Lisboa.

Antigo Palácio Real, é hoje em grande parte um museu, estando instalados no restante edifício a Biblioteca Nacional da Ajuda, o Ministério da Cultura, a Galeria de Pintura do rei D. Luís I e a Direção Geral do Património Cultural.

 

Sala do Reposteiro
Vigiar a entrada e saída dos visitantes, anotar os seus nomes, volumes transportados e motivos das visitas, eram as tarefas desempenhadas nesta sala de passagem, pelo Porteiro da Cana, um dos reposteiros ao serviço da Casa Real.
 
 
 
 
 
Sala Grande de Espera
No reinado de D. Luis esta era a sala de espera, onde os visitantes aguardavam com expectativa o momento em que seriam recebidos.
 
Gente, o protocolo de segurança da corte naquela época era tão rígido que, fazia sentir a diferença entre os monarcas e os seus súditos. Estar na presença do rei ou da rainha era uma circunstância especial. Até mesmo dias e horas próprios eram determinados pelos soberanos, consoante o motivo da visita.
 
Poxa, o  sistema naquela época era mesmo bruto!
 
 
 
 
 
Sala do Despacho
Olha que linda esta sala que era usada pelo rei onde ele concedia suas audiências diárias, geralmente na parte da tarde. Aqui ele também dava os seus despachos dos documentos oficiais, reunia o Conselho de Estado, recebia ministros, altas individualidades e quem o desejava cumprimentar.
 
Essas atividades oficiais do rei eram divulgadas todos os dias pela imprensa.
 
 
 
 
 
Sala da Música

Você sabia que uma das maiores distrações da família real, era a música? Pois é, era a preferida deles. Na Sala da Música participavam em serões musicais com os seus convidados e, por vezes, com artistas conhecidos.

O rei D. Luís, era um grande apreciador da música clássica, tocava violoncelo. Ele até compôs para o seu instrumento preferido e cantava com voz de barítono.

 

Quarto do Rei D. Luís I

Gente, nos dias de hoje, o quarto é apresentado como um único aposento, nada resta neste quarto das pequenas divisões que em tempos existiram, marcadas pela privacidade e conforto. Muito revelavam de quem, antes de ser rei, fora um ativo oficial da Marinha e, acima de tudo, um prínicipe culto com interesses nos mais diferentes domínios.

Ai gente... olha pra essa cama, que luxo. Queria uma dessa!!! hehehe.

 

Antecâmara do Quarto do Rei

Pessoal, para se ter acesso ao quarto do Rei, era preciso passar por uma sala, a antecâmara, onde aguardavam a chamada de D. Luís aos oficiais às ordens e quem pretendia dirigir-se ao seu gabinete de trabalho.

 

Sala Azul

Os cânones decorativos em voga (Cânones? O que é isso? Ai gente, tive que pesquisar... também não sabia. - É uma espécie de vara que foi utilizada como instrumento de medidas.), na segunda metade do século XIX tornaram imprescindível a criação de uma sala de estar familiar, até então inexistente. De 1863 a 1865 esta sala foi inteiramente reformulada, ao gosto da rainha, pelo arquiteto da Casa Rel.

Então é isso... esse tal de Cânone foi utilizado na sala para atender aos pedidos da rainha, afim de deixar a sala nos padrões de medidas e regras daquela época. Acho que é isso. Hehehehe.

 

Gabinete de Carvalho

A sala de fumo do rei, gabinete exclusivamente masculino e característico da época, seria um dos poucos locais onde se admitiria fumar e conversar descontraidamente. No entanto, terminada a refeição, o rei acendia um grande charuto e logo ia para sala, onde o esperavam as pessoas que tinham jantado na mesa de estado.

 

Sala de Mármore

Entre os aposentos do rei e os da rainha, existia um Jardim de Inverno que fazia com que você não sentisse o tempo passar. As plantas exóticas, o barulho da água da fonte e o mobiliário em recantos criavam aqui um ambiente de tranquilidade.

Cenário perfeito para momentos especiais. Muitas vezes foi transformado numa sala de jantar deslumbrante, para comemorar aniversários, a partia ou o regresso de viagem de membros da família real.

Gente, a família real era mesmo chique... fazia jantar até para quem partia ou regressava de uma viagem. Isso é que era ostentação da época!!!

 

Sala Rosa

Olha só... naquela época, a rainha já ditava moda. D. Maria Pia expôs no primeiro dos seus aposentos privados, uma das coleções mais apreciadas no século XIX: peças em porcelana de Saxe, proveniente da fábrica de Meissen, situada na região germânica de Saxe.

Um episódio ocorrido no regresso de uma viagem a Paris, revelou a elegância e delicadeza de D. Maria Pia. Com as peças que adquiriu, conseguiu encher uma das mesas da sala em que se encontravam os administradores da Casa Real.

 

Sala Verde

Esta era a sala de trabalho de D. Maria Pia onde, na maioria das vezes pela manhã, ela cumpria várias atividades oficiais, como por exemplo: organizava banquetes, ação de beneficiência, respondia a vários pedidos e, um dia por semana, enquanto era reunido o Conselho de Ministros, a rainha recebia aqueles que a queria dar cumprimentos. Na parte da tarde, era reservada para os deveres sociais no exterior do palácio: ela fazia visitas a asilos, instituições de caridade e hospitais, entre outras coisas.

Nas horas livres, era este o local onde ela lia, bordava, escrevia ou pintava.

A rainha era mesmo uma mulher muito ocupada. Raramente sobrava um tempo para ela.

 

Sala Vermelha

Quando a rainha chegou ao palácio em 1862, D. Maria Pia teve nesta sala, o seu primeiro toucador ou quarto de banho. Mais tarde esta sala foi transformada em oratório. E, nos anos finais do reinado, foi alterada mais uma vez, sendo utilizada como extensão da Sala Verde.

 

Quarto de Cama da Rainha

As obras e decoração do quarto de D. Maria Pia foram orientadas pessoalmente por D. Luís no ano que precedeu o casamento. A princesa de Sabóia, futura rainha de Portugal, tinha 14 anos e o rei esperava agradar-lhe nas escolhas que fazia, informando-a de todos os detalhes. Este aposente majestoso nunca veio a ser modificado.

 

Sala do Retrato da Rainha
Gente, fico passada com tanta riqueza nos tempos de reis e rainhas... Olha só para essa sala, foi construída apenas para destacar na parede principal o retrato de D. Maria Pia, com 33 anos, em traje de gala, azul e branco, cores que eram utilizadas na monarquia portuguesa. E não menos importante, destaca-se o mobiliário de assento, que integrou o recheio da Nau Príncipe Real, na qual D. João VI e sua comitiva viajaram para o Brasil, em consequência das invasões napoleônicas.
 
 
 
Sala das Senhoras do Corpo Diplomático
As salas mais próximas da Sala do Trono destinavam-se aos convidados do topo da hierarquia de Estado: os diplomatas e, neste caso, às suas mulheres. A sala das senhoras do Corpo Diplomático foi decorada com três tapeçarias da Manufatura dos Gobelins, pertencentes à série Costumes Turcos.
 
 
 
 
 
Sala do Corpo Diplomático
Os embaixadores e restante Corpo Diplomático, na qualidade de representantes dos respectivos chefes de estado, tinham aqui o seu lugar, antes de lhes ser facultada a entrada na Sala do Trono.
 
 
 
 
Sala do Trono
Ai que emoção... Vocês não tem noção do que é entrar na sala do trono e poder recriar na mente tudo aquilo, ou pelo menos parte, do que era vivido naquela época. Durante quase dois séculos esta foi a sala da mais alta representação da Nação. À entrada do monarca, na Sala do Trono, os músicos tocavam o Hido da Carta. A cerimônia de beija-mão que se realizava várias vezes ao ano era, na época, a mais simbólica em termos de representação da hierarquia da Corte.
 
 
 
 
 
Sala dos Jantares Grandes
Este foi o cenário da maioria dos banquetes da Casa Real que foram realizados pela rainha e de algumas cerimônias marcantes do século XIX, tais como a aclamação de D. Miguel (1828) ou o casamento do futuro rei D. Carlos (1886). A decoração da sala incluía sempre uma profusão de plantas e de pratas que rebrilhavam à luz das velas e eram multiplicadas pelos monumentais espelhos. Numa mesa colocada ao centro da sala tinham lugar 80 talheres.
 
Ainda hoje, os banquetes da Presidência da República são servidos nesta sala, comportando ao máximo 180 lugares sentados.
 
 
 
 
 
 

Ficamos por aqui gente... ufa, esse post foi gigante. Mas valeu a pena. Espero que vocês tenham gostado da matéria. Ahh, não se esqueça de seguir o bonitoCleek nas principais redes sociais. Obrigada pela visita!!!

Equipe  bonitoCleek



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